Depois da tempestade
Procurei varrer da alma toda a dor
E esquecer aqueles olhos noturnos.
Senti as flores negras da solidão
Germinando nas tristes terras
Do meu insano coração.
Festejei com lágrimas
O silêncio absurdo
Que minh’alma escolheu pra si.
Tranquei-me em mim mesmo
E quando veio a noite
Bebi minha tristeza
Como se fosse o mais puro vinho.
Depois da tempestade
Procurei varrer da alma toda a dor
E esquecer aqueles olhos noturnos.
Senti as flores negras da solidão
Germinando nas tristes terras
Do meu insano coração.
Festejei com lágrimas
O silêncio absurdo
Que minh’alma escolheu pra si.
Tranquei-me em mim mesmo
E quando veio a noite
Bebi minha tristeza
Como se fosse o mais puro vinho.
Danilo Vilarim
Um comentário:
Adorei a imagem da última estrofe.
Vc escreve muito bem e vai longe!
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